Leituras: Quando a China Mandar no Mundo?!… – parte um

Martin Jacques é um jornalista, editor, académico e politico britânico. Mais propriamente: começou se inscrever no Partido Comunista da Grã-Bretanha enquanto estudante e foi editor da revista britânica Marxism Today desde 1977 até ao seu encerramento, em 1991. Foi depois co-fundador do think tank Demos. Foi também professor universitário e investigador em história. Fez comentário …

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A sabedoria de Vasco Santos

«Primeiro, há uma decadência da influência dos intelectuais na Europa. É fácil perceber que, hoje, um cozinheiro é mais importante do que um poeta ou um filósofo. Só isso já é absolutamente incrível. Lembro-me do Sartre ter visitado Coimbra, no pós-25 de Abril, e de como aquilo foi um acontecimento que nos deixou electrizados. Hoje, …

La Féria, Annarella e a Cultura em Leiria (14-05-2018)

«No passado fim de semana parte da comunidade Leiriense indignou-se com as declarações que Filipe La Féria fez num programa televisivo. Não vi o programa em causa, mas terá dito que Leiria é uma cidade onde não há cultura, e onde a Escola de Dança da Annarella Sánchez veio oferecer-nos finalmente um projecto que nos …

Em defesa de um populismo

«Em 1990, o historiador Eric Hobsbawm assinalava: “o capitalismo e os ricos deixaram, até ver, de estar amedrontados”. Tinha sido em parte o medo do socialismo a alimentar a reforma social e democrática do capitalismo a seguir à Segunda Guerra Mundial. Sem este medo, o capitalismo, de novo sem freios e contrapesos sistémicos, tenderia para …

Dia da Mulher (crónica triste) (08-03-2015)

Instituido em 1910, o Dia da Mulher continua a fazer sentido ainda hoje pelas piores razões! As estatísticas da violência doméstica, matrimónios impostos e direitos das mulheres trabalhadoras mostram números assustadores! Se é verdade que há alguns anos entraram definitivamente no mundo do trabalho, hoje estão a ser empurradas de volta a casa! Ao mesmo …

Leituras: Escolher a verdade incómoda

Christopher Probyn Christopher Probyn era um funcionário público à beira da aposentação, cheio de medo de uma reforma de privações ou do desemprego. Para além disso, tinha a mulher doente que precisava de cuidados. Por isso aceitou sem pestanejar uma proposta do ministro dos Negócios Estrangeiros ultracorrupto para ser “telefone vermelho” numa operação ultrassecreta “comandada” …