Notas (de uma portuguesa) de visita em Lisboa (Setembro de 2017)

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1. Lisboa está melhor em termos urbanos. Mais passeios!
2. O executivo camarário de Fernando Medina (PS) pensou a cidade para os turistas, não para os residentes. Por isso aquilo que me causa alegria quando passeio por Lisboa causa problemas a quem cá vive.
3. Se os residentes não foram tidos em consideração, muito menos terão sido as pessoas que vivem noutros municípios mas trabalham em Lisboa. Aparentemente não há politico que pense nestas pessoas. Para que servem as comunidades intermunicipais?
4. Parece que Fernando Medina pediu às famílias para tentarem ter apenas um carro. A ideia é muito boa, mas parece-me que foi planeada fechado num gabinete, com pouco contacto com a vida real. Que motivações as pessoas têm para deixarem de usar carro? Os transportes públicos são caros. As pessoas precisam de fazer compras e as lojas são longe. Isso entre outros aspectos que não foram tidos em consideração.
5. Gostei da nova face da Biblioteca Municipal das Galveias.
6. Lisboa está-se a tornar cada vez mais cara para os portugueses. As três coisas mais caras:
a) Alojamento
b) Transportes
c) Comida: Comer em restaurantes ou pastelarias é muito caro. Mas também fica caro ir ao supermercado.
7. De acordo com os cartazes expostos, todos se candidatam ao governo de Portugal. Ou isso ou descentralizar muitas responsabilidades do governo para os municípios não é boa ideia.
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Incêndios e pessoas sem futuro (Junho 2017)

Fernanda Branco resume tudo:
«”Ardeu tudo. Trabalhava de manhã à noite. Nunca fui à praia. Aqui é só gente pobre. Ficam sem trabalho e sem uma batata, sem uma couve para comer na horta”. Dizia a dona da serração à RTP.
Quando as televisões forem embora, o interior volta a ser esquecido.»
Fotografia de Joaquim Dâmaso

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Democracia precisa de gente que realmente represente o Povo! (Março 2017)

Precisamos de quem fale pelo Povo! Muitas pessoas estão fartas de políticos que pensam e vivem um nível acima do povo. Que governam para outros interesses que não o bem do Povo. Por isso fenómenos como Donald Trump são compreensíveis.
Nota importante: Não apoio nem nunca apoiarei Donald Trump e o movimento alt-right.

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Eu gosto da mudança, se for para melhor… (18-10-2016)

– Eu gosto da mudança. Se for para melhor. Estou farta de ver mudanças para pior disfarçadas de mudanças para melhor!
– Às vezes somos o elo mais fraco. Temos de escolher se mesmo assim dizemos o que pensamos ou não. Ambas as alternativas têm desvantagens: dizer ou não dizer. Porque em qualquer caso perdemos.