A demagogia é uma arma perigosa!

Primeiro começa-se por dizer mal dos políticos: porque há sempre razões para isso! Os políticos são corruptos, interessam-se mais pela riqueza dos ricos do que pela pobreza dos pobres e da classe média. Para além disso obedecem à União Europeia. E nós podemos criticá-los por obedecerem à União Europeia e por desobedecerem à mesma. De …

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Citações para Memória Presente (e Futura) (25)

Dois lados da mesma moeda: «Até ao momento os processos judiciais envolvendo José Sócrates e Manuel Pinho parecem ter produzido um resultado: quem se sinta livre para apreciar de forma crítica qualquer actuação processual, desde logo do Ministério Público, ou qualquer aberração da imprensa, corre o risco sério de ser imediatamente considerado um apologista da …

O lugar do livro no ensino: problemas e ideias, um subsídio

«Numa polémica recente, quer José Pacheco Pereira, quer António Guerreiro dissertaram sobre o lugar do livro (e da leitura, ou de certo tipo de leituras) na sociedade actual. O historiador, a pretexto do fecho de livrarias como a Leitura, no Porto, ou a Pó dos Livros, em Lisboa, coloca o dedo na ferida ao considerar …

Leituras: Desmascarando o mito do colonizador filantropo

Adam Hochschild é um escritor, jornalista e professor universitário norte-americano, tornado famoso por ter escrito este livro. Este livro centra-se em duas pessoas que fizeram a história do que somos hoje: o rei Leopoldo II da Bélgica e Edmund Dene Morel. Graças à pesquisa feita pelo autor compreende-se como o rei Leopoldo II da Bélgica …

Portugal, 2014: Despedir sem justa causa é ilegal mas não faz mal

«Ainda não é o vale tudo no mercado de trabalho. Mas para lá caminhamos. Primeiro, o Governo tentou acabar com a necessidade de haver uma "justa causa" para despedir. A Constituição impediu-o. O Executivo não desarmou. Se o despedimento sem justa causa tem de ser ilegal, então atenue-se a sua penalização. A notícia surgiu ontem …

A seguir em 2014…

«(...) Janeiro/Fevereiro – CDS e PSD reunem os seus congressos electivos. E se deles não sairão novos líderes, as moções e discursos balizarão o terreno político que cada um quer trilhar no futuro. Ao mesmo tempo, no Governo, estarão juntos a negociar o pós-troika entre si e com os credores. Março – Na Primavera deverá …