Desabafo de uma senhora no supermercado (com comentário)

«Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa: - A senhora deveria trazer seus próprios sacos para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do ambiente. - Eu peço desculpa disse a senhora – mas não havia essa onda verde no meu tempo. - Esse é exactamente o nosso problema …

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Leiria, 2014: O alternativo é o novo mainstream?

«E vai daí, parece que a chamada ‘Grande Cultura’ (a dominante, a predominante, a reinante… essa toda!) já não é aquela coisa inquestionável, indiscutível, incontestável. O espectro alargou-se de tal forma que o alternativo é o novo mainstream. Será? A boa notícia é que quando se vai aos saldos, já não é preciso gramar com …

Portugal, 2014: Despedir sem justa causa é ilegal mas não faz mal

«Ainda não é o vale tudo no mercado de trabalho. Mas para lá caminhamos. Primeiro, o Governo tentou acabar com a necessidade de haver uma "justa causa" para despedir. A Constituição impediu-o. O Executivo não desarmou. Se o despedimento sem justa causa tem de ser ilegal, então atenue-se a sua penalização. A notícia surgiu ontem …

A seguir em 2014…

«(...) Janeiro/Fevereiro – CDS e PSD reunem os seus congressos electivos. E se deles não sairão novos líderes, as moções e discursos balizarão o terreno político que cada um quer trilhar no futuro. Ao mesmo tempo, no Governo, estarão juntos a negociar o pós-troika entre si e com os credores. Março – Na Primavera deverá …

Delete ou vida na internet social do século XXI

«Nessa época de fim de ano em que as famílias reunidas aumentam os casos de internação psiquiátrica, é compreensível o desconforto de muita gente que, acostumada às comodidades das mídias sociais, se enerve com os melindres e delicadezas das pessoas, sonhando com o dia em que possa reconfigurá-las. Reinicializá-las. Ou deletá-las de vez. À medida …

Portugal, 1960: uma gaiola, mas não dourada (uma resposta a João César das Neves)

«João César das Neves acaba de publicar no DN um texto, intitulado A Gaiola Dourada, onde diz que Portugal em 1960 "era um país pacato e trabalhador, poupado e prudente, que se sacrificava generosamente, labutando dia e noite para cumprir os deveres" e que depois do 25 de abril ter-se-á esbanjado de tal forma – e …