O Dia em que Concordei com Seth Godin

«Apesar disso, o meu blogue não tem comentários. Há duas razões para isso.
O primeiro, que é infantil, é que eu odeio ler frases rancorosas sobre minhas ideias, e ter comentários sobre o meu blog tornou mais difícil e difícil para mim postar, porque vivi com medo de trolls (os pequenos homens irritados que vivem sob a ponte ). A outra razão, mais prática, é que agora vivemos em um mundo onde muitas pessoas têm blogues. Então, se você tiver algo para dizer sobre alguma das minhas ideias, vá em frente, faça um linque no seu blogue para o meu e coloque isso no seu blogue.
O seu blogue não é anónimo. O seu blogue onde o seu comentário agora está em contexto com todos os outros comentários.
Os comentários escritos em blogues são, portanto, mais ponderados. E os trackbacks levam a uma maior credibilidade para a pessoa que comenta (e um pagerank mais alto) e também apresenta o meu blogue aos leitores do seu blogue.»

Seth Godin (1)

(1) Fonte: Who’s There? de Seth Godin.

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O Melhor de 2017: Um Balanço Pessoal

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1. A decisão de voltar a escrever neste blogue!
Em 2017 decidi retomar este blogue e transformar a página do Facebook “Sol de Esperança” numa extensão do mesmo. Tem sido uma experiência muito enriquecedora, com poesia em batida, resenhas de livros, listas de temas úteis, reflexões minhas e dos outros. Respondi a um desafio que faz todo o sentido (Tenho de escrever?), a Mariana Flores fez-me uma entrevista muito pertinente e antes do ano terminar descobri que este é e sempre foi um blogue lento (faço parte do movimento Slow Blogging).
2. A Ronda Poética e os concursos Poetry Slam!
Conheci o Poetry Slam durante a Ronda Poética, que foi um conjunto de eventos sobre poesia organizados em Leiria em Março. Durante o resto do ano participar nos concursos de Poetry Slam em Leiria, organizados pela Carla Veríssimo, foi extremamente engrancedor, não só pelas pessoas extraordinárias que conheci como pelo desafio de escrever poesia.
3. A luta contra a perda de peso…
Tal como a Cristina, este ano também foi de luta contra o excesso de peso. Com muito exercício físico, mudar a dieta e (importante) deixar de comer tanto em restaurantes, consegui diminuir alguns centímetros na cintura. A luta continua em 2018.
A consciência de que sou viciada em doces fez-me criar o grupo Viciados em Açúcar, Adoçantes e Etc. Querem Mudar de Vida no Facebook, em Julho de 2016!

4. Passar tempo com o meu sobrinho…

5. Ida a Óbidos…

Tão perto de Leiria… e tão longe. Há muito tempo sonhava conhecer Óbidos. Isso aconteceu em Novembro! Valeu a pena conhecer essa vila linda!

6. O curso de Acesso Cultura (voltarei a este assunto mais tarde).

7. Fazer 40 anos foi… diferente!

8. As leituras:
Comecei o ano de 2017 com uma lista de desejos (de livros a ler) grande e terminei ontem 2017 com uma lista ainda maior! Isso porque, ao longo do ano, fui coleccionando sugestões de leitura! Em 2018 vou continuar a intercalar ficção e não-ficção.

9. Percurso Pedestre Leiria (Cortes)-Fátima!
Trata-se de um dos percursos pedestres organizados pelo NEL – Núcleo de Espeleologia de Leiria ao longo de cada ano. Com óptima companhia, foi do melhor caminhar em 2017!

Neste blogue está uma blogueira lenta que pratica Slow Blogging

vintage manual typewriter
Graças a este texto… Sobre o “Slow Blogging”… descobri que pratico slow blogging desde 2008, sem saber!
Por isso pesquisei sobre o assunto. Descobri que o Slow Blogging é um movimento que existe desde 2006. Começou com um manifesto do designer de software Todd Sieling de Vancouver (Canadá), que já deixou de escrever blogues!
Todd Sieling convidou na altura (2006) quem o lesse a fazer os seus próprios manifestos. Estes foram sintetizados recentemente pelo blogue TOTS 100 (do Reino Unido):
«Não publique todos os dias: Slow blogging significa ter tempo para desfrutar sua família e amigos e o mundo que nos rodeia. Significa esperar por inspiração para atacar, e apenas escrevendo se e quando isso acontece. Pode ser uma vez por semana, ou uma vez por mês. Tudo bem.
Pare de espreitar: Slow blogging não é sobre ironias, piadas curtas, irritações ou actualizações passivas-agressivas. Os slow bloggers usam os seus blogues como lugares para reflectir, em vez de sentir a pressão inteiramente ilusória que muitos blogueiros sentem ser espirituosos, ou mais rápidos, ou primeiro com o mais recente hilariante meme ou moda da Internet.
Escreva atentamente: Quando se tem opiniões para escrever, pode ser tentador escrevê-las rapidamente. Slow bloggers evitam conversa fiada, em vez disso escrevem de forma mais consciente e pensada. Quando se escreve sobre coisas que nos inspiram, é mais fácil escolher as suas palavras com cuidado.
Leia tanto quanto escreve: Uma das desvantagens de blogar com um calendário apertado é que se tem de lutar para ler e descobrir coisas que nos inspirem. Reduzir a frequência de publicações no blogue significa que haverá mais tempo para explorar outros sites, blogues – e aproveitar mais as redes sociais no blogue.
Pare um momento: Slow blogging é tudo sobre não digitar a primeira coisa que aparece na sua cabeça. Quando se sentar para escrever um post, pare. Respire. Tome um momento para coleccionar seus pensamentos. Em seguida, digite.»

Saber Mais: Blog zen (na Folha de S. Paulo).

slowblogging

 

Ser bibliotecária… uma entrevista!!

E se alguém te faz as perguntas que tu já devias ter respondido há algum tempo? A Mariana Flores é ilustradora mas dava uma óptima jornalista!! Colocou-me a falar de livros… mas também da profissão! Leiam:

Entrevista – Ser uma bibliotecária com Fátima