Incêndios e pessoas sem futuro (Junho 2017)

Fernanda Branco resume tudo:
«”Ardeu tudo. Trabalhava de manhã à noite. Nunca fui à praia. Aqui é só gente pobre. Ficam sem trabalho e sem uma batata, sem uma couve para comer na horta”. Dizia a dona da serração à RTP.
Quando as televisões forem embora, o interior volta a ser esquecido.»
Fotografia de Joaquim Dâmaso

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