Leituras: Que Bom Existir Gente com Zonas Erróneas

Formado em educação, depois de uma adolescência passada em orfanatos, Wayne Walter Dyer publicou este livro em 1976. Trata-se de um livro categorizado como autoajuda (pressupõe-se que com ele as pessoas sozinhas curam as suas feridas e resolvem os seus problemas psicológicos). Foi com este livro que o autor alcançou o estrelato nos Estados Unidos, fascinando muitos iniciados do pensamento New Age.

O autor lista e disseca aquilo que considera as zonas erróneas das pessoas: não ter uma grande autoestima e não se amar acima de toda a gente; estar dependente da aprovação exterior; não se conseguir libertar dos traumas do passado; não conseguir viver sem sentimentos de culpa e preocupação; ter medo do desconhecido; ter medo de infringir leis e/ou derrubar convenções; querer que haja justiça no mundo e igualdade no mundo; não aproveitar o momento presente para fazer aquilo que se quer e não dar espaço para a ira se manifestar.

O livro conclui com um capítulo dedicado a traçar um retrato de uma pessoa sem zonas erróneas. O problema é que, lendo o livro à luz do século XXI, que se  este tipo-ideal é um psicopata.

Ver Também:

Wayne Dyer na Wikipédia em Inglês

 

 

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