Coisas Giras de Portugal em 2013 (4)

«O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje que Portugal obteve resultados de emissão de dívida “encorajadores”, mas que é preciso afastar “a ideia de que está tudo feito e de que a crise acabou”.

Em declarações aos jornalistas, num hotel de Santiago do Chile, onde se encontra para participar na Cimeira União Europeia/Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC), Pedro Passos Coelho considerou que Portugal está agora “numa fase qualitativamente diferente”, mas ainda tem pela frente “caminho difícil e estreito” de correção de desequilíbrios.

“Ainda temos caminho para fazer. Os resultados que tivemos até hoje são muito importantes e são, desse ponto de vista, encorajadores, mas a ideia de que está tudo feito e de que a crise acabou, de que não precisamos de ter disciplina orçamental e de que não precisamos de ter cuidado com as reformas que estamos a empreender seria uma ideia perigosa que eu quero aqui afastar”, afirmou o primeiro-ministro, depois de ser questionado sobre a possibilidade de haver um alívio da austeridade.

“Nós seremos, durante os próximos meses, testados pelos mercados para saber se realmente mantemos o caminho que temos vindo a seguir, se estamos determinados em alcançar as metas para o nosso défice. Sabemos que a nossa correção de contas públicas tem vindo a ser notável, sobretudo ao nível externo, mas precisamos de manter esse rumo”, acrescentou.

Segundo o chefe do Governo, a “emissão bem-sucedida” de dívida pública a cinco anos realizada na quarta-feira assinala “um primeiro marco de reconhecimento externo, formal, oficial” do percurso feito por Portugal.

Passos Coelho apontou como “grande meta” do executivo colocar Portugal numa “fase diferente”, não centrada “no ajustamento, e, portanto, na austeridade, na correção dos desequilíbrios”, mas sim “nas condições de crescimento da economia e do emprego”. (…)»

Lusa (26/01/2013) (1)

odio

 

Comentarium: O primeiro-ministro português tem toda a razão. Graças às suas políticas a crise veio para ficar: até Portugal deixar de haver direitos humanos.

(1) Notícia encontrada no Sapo Notícias.

Fonte da Imagem: Dissidente-X.

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